A Justiça do Trabalho de Manaus condenou a empresa do Amazonas por reconhecer que o trabalhador permaneceu por mais de quatro meses no chamado “limbo jurídico”.
A Justiça do Trabalho de Manaus condenou a empresa do Amazonas por reconhecer que o trabalhador permaneceu por mais de quatro meses no chamado “limbo jurídico”.